Escrever?

"Escreve-se sempre para dar a vida, para liberar a vida aí onde ela está aprisionada, para traçar linhas de fuga" (Gilles Deleuze)
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O MITO DA REVOLUÇÃO: A "Militante-em-nós" ( Suely Rolnik - Cartografia Sentimental)

" A primeira coisa que chama a atenção do cartógrafo é a visão épico-dramática que os revolucionários têm da história: dizem obedecer ao programa da linha de destino a que todos os povos serão, um dia, necessariamente submetidos. Essa linha, explicam, é totalmente previsível: basta "conscientizar-se" e "assumí-la". O cartógrafo nota que a linha que imaginam é a do seu partido, linha que, segundo eles, os levaria fatalmente, de modo revisionista ou radical (ou seja, com ou sem escalas), à terra prometida da sociedade evolucionária. Por isso é que a defendem com unhas e dentes. por isso, ele compreende, é que o discurso e as atitudes de alguns beiram o fanatismo." (ROLNIK, Suely. Cartografia Sentimental.p.128)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Foucault, Deleuze e Derrida Frente à Crise - Scarlett Marton



Hoje nós nos sentimos indivíduos adestrados? Temos a impressão de ser estritamente vigiados? Ou estamos em permanente exposição? Em que medida vivemos numa sociedade disciplinar? Ou numa sociedade de controle? Ou ainda numa sociedade sobretudo mediática?

Nos anos de 1970, caminhando em direções bem diferentes, Foucault, Deleuze e Derrida desenvolveram uma reflexão crítica de rara acuidade, criando conceitos de grande alcance. Em que medida o chamado "pensamento rebelde" ainda mantém a sua força explicativa? Em que medida ele vem auxiliar a compreender melhor nossa sociedade? Em que medida pode contribuir para refletir sobre os problemas do nosso tempo?

Texto retirado do youtube